Gabriel - Professor de Matemática - Camaquã (Porto Alegre)
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Gabriel

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Graduado em Matemática - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestre em Ensino de Matemática e Doutorando em Educação em Ciências pela UFRGS. Mais de 8 anos de experiência no ensino das

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Super professor

Gabriel é um dos nossos melhores professores de Matemática. Possui um perfil de qualidade, um diploma verificado, um rápido tempo de resposta e ótimas avaliações por parte dos seus alunos!

Sobre Gabriel

Ingressei no meu curso superior em Matemática em 2017, mas minhas experiências com o ensino começaram desde meu ensino fundamental, onde auxiliava meus colegas com dúvidas nas disciplinas de Matemática e Ciências. No ensino médio, auxiliava meus colegas nas disciplinas de Matemática, Física e Química, além de auxiliar alguns professores nas aulas de Reforço. Durante meu curso de graduação realizei atividades de Monitoria Acadêmica, diversas Ações de Extensão (voltadas para assuntos das ciências exatas e da terra, educação e saúde), Iniciação Científica, entre outras atividades acadêmicas.

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Sobre a aula

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Português

Italiano

Trabalho com metodologias ativas e bem didáticas para que as disciplinas deixem de ser um bicho de sete cabeças para você. As aulas tem foco total em seu objetivo e necessidade. Aulas presenciais (Porto Alegre - RS). Aulas online com auxílio de mesa digitalizadora e softwares GeoGebra, Python, entre outros que auxiliem no entendimento do aluno.

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Mais detalhes sobre Gabriel

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  • 1) Tem quanto tempo que você possui interesse pela matéria que você leciona e por dar aulas particulares?

    Meu interesse pela Matemática (e pela Física e Química) começou ainda na escola, quando percebi que gostava não apenas de encontrar uma resposta, mas de entender por que determinado caminho funcionava. Tive professores que despertaram bastante essa curiosidade e, desde então, as exatas passaram a fazer parte da minha trajetória.

    Comecei a dar aulas particulares em 2017, inicialmente para ajudar colegas e conhecidos, e a atividade foi crescendo naturalmente. Em 2019, passei a divulgar mais o meu trabalho e, desde então, já acompanhei estudantes de diferentes idades e objetivos: Ensino Fundamental, Ensino Médio, ENEM, vestibulares, concursos e também disciplinas do Ensino Superior.

    Hoje, além das aulas particulares, sou professor da Rede Estadual e doutorando em Educação em Ciências pela UFRGS. Isso faz com que ensinar Matemática, Física e Química não seja apenas uma atividade profissional para mim, mas também um objeto constante de estudo e reflexão.
  • 2) Conte-nos um pouco sobre a matéria que você leciona: o que você mais sente prazer em ensinar e o que, eventualmente, te agrada menos?

    Eu leciono principalmente Matemática, mas também trabalho com Física e Química, especialmente para estudantes que estão se preparando para provas e processos seletivos.

    Na Matemática, gosto muito de trabalhar justamente aquilo que costuma assustar os estudantes: funções, álgebra, logaritmos, geometria, cálculo e resolução de problemas. Tenho bastante satisfação quando consigo pegar algo que inicialmente parece complicado e mostrar que existem caminhos para compreendê-lo.

    O que menos me agrada é quando a Matemática é apresentada apenas como um conjunto de fórmulas para decorar. Não tenho nada contra fórmulas — elas são fundamentais! — mas acredito que o estudante precisa entender o significado delas e saber quando e por que utilizá-las.

    Uma das coisas que mais gosto nas aulas é descobrir onde exatamente surgiu a dificuldade. Muitas vezes, o problema que aparece em uma questão de Cálculo começou anos antes, em uma dificuldade com frações, potenciação, álgebra ou interpretação.
  • 3) Qual(ais) é(são) seu(s) modelo(s) ou inspiração(ões)? Pode ser desde um professor até um artista ou obra que tenha te inspirado!

    Minha principal inspiração são os professores que conseguem transformar uma dificuldade em curiosidade.

    Academicamente, David Tall é uma referência muito importante para mim, especialmente por suas ideias sobre como as pessoas desenvolvem diferentes formas de pensar matematicamente. Minha pesquisa de mestrado, inclusive, foi desenvolvida a partir dos Três Mundos da Matemática, investigando dificuldades de estudantes de Cálculo na aplicação da Regra da Cadeia.

    Mas minhas inspirações não vêm apenas da universidade. Também carrego comigo professores que tive ao longo da vida e que me fizeram perceber que um bom professor não é aquele que simplesmente sabe muito, mas aquele que consegue fazer o outro aprender.
  • 4) Quais são, na sua opinião, as qualidades necessárias para ser um excelente profissional na sua especialidade de ensino?

    A primeira é saber Matemática, obviamente, mas acredito que isso seja apenas o começo.

    Um excelente professor precisa saber escutar. Antes de explicar, é necessário entender o que o estudante está pensando, onde ele se perdeu e quais conhecimentos já possui.

    Também considero fundamentais a paciência, a capacidade de adaptar a explicação, criatividade, domínio do conteúdo e disposição para continuar aprendendo.

    Para mim, existe uma diferença enorme entre simplesmente repetir uma explicação e realmente ensinar. Às vezes, o aluno não precisa de uma explicação "melhor"; precisa de uma explicação diferente.
  • 5) Você teria alguma história e/ou curiosidade engraçada relacionada à sua profissão ou às aulas para compartilhar?

    Uma coisa que acontece bastante nas aulas é o estudante chegar dizendo: "Professor, eu não entendo absolutamente nada disso".

    Depois de alguns minutos de conversa, normalmente descobrimos que ele entende várias coisas — só não consegue conectá-las.

    E existe também o clássico momento em que o aluno resolve uma questão inteira corretamente, olha para mim e pergunta: "Mas professor... tem certeza que está certo?"

    Acho engraçado porque, muitas vezes, a maior dificuldade não é matemática: é acreditar que ele próprio é capaz de fazer Matemática.
  • 6) Confesse pra gente, você também já passou por alguma dificuldade na escola/faculdade na matéria que você leciona...

    Com certeza! E talvez essa seja uma das coisas que mais me ajudam como professor.

    Minha trajetória não foi uma linha reta. Quando entrei na universidade, por exemplo, tive contato com conteúdos que exigiam uma maturidade matemática muito maior do que aquela que eu tinha naquele momento.

    Foi justamente estudando, errando, perguntando e tentando entender os meus próprios erros que fui percebendo algo que hoje considero fundamental: ter dificuldade em Matemática não significa não ser capaz de aprender Matemática.

    Inclusive, algumas das dificuldades que observei em mim e em outros estudantes acabaram se transformando em questões de pesquisa. Meu mestrado, por exemplo, investigou justamente dificuldades relacionadas à aprendizagem de Cálculo.

    Então, sim: eu já estive do outro lado da mesa.

    E talvez por isso eu tenha bastante cuidado para nunca tratar uma dúvida como algo "óbvio" ou "bobo".
  • 7) Nos ajude a te conhecer um pouco melhor, conte-nos um pouco sobre suas paixões!

    A Matemática é certamente uma das minhas paixões, mas não é a única.

    Gosto muito de estudar, pesquisar e descobrir assuntos novos. Tenho especial interesse por Matemática, Educação Matemática e Educação em Ciências. Também gosto bastante de Física e Química e de encontrar relações entre diferentes áreas do conhecimento.

    Outra paixão é ensinar. Gosto tanto da sala de aula quanto daquela conversa individual em que conseguimos finalmente identificar o que estava impedindo o estudante de avançar.

    Também gosto de projetos de divulgação científica, eventos acadêmicos e de criar materiais e propostas que aproximem a ciência das pessoas.

    No fundo, acho que existe uma paixão que resume todas as outras: entender coisas e ajudar outras pessoas a entendê-las também.
  • 8) O que faz de você um Superprof (além de ter respondido a esta entrevista 😛)?

    Acredito que seja a combinação entre experiência, formação acadêmica e, principalmente, a preocupação em entender cada estudante individualmente.

    Já acompanhei alunos com objetivos muito diferentes e aprendi que não existe uma única maneira de ensinar Matemática. Uma pessoa pode precisar de uma representação visual; outra, de exemplos concretos; outra, de uma explicação mais simbólica e formal.

    Por isso, minhas aulas não são simplesmente uma sequência de exercícios. Procuro entender quem é o estudante, qual é seu objetivo, o que ele já sabe e onde está sua dificuldade, para então construir o caminho junto com ele.

    Tenho mais de sete anos de experiência com aulas particulares, sou formado em Matemática pela UFRGS, mestre em Ensino de Matemática e atualmente doutorando em Educação em Ciências. Mas, acima de tudo, continuo sendo alguém que gosta de sentar ao lado de um estudante e dizer:

    "Vamos descobrir juntos onde está o problema."

    É isso que, para mim, faz um professor ser realmente um Superprof.
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