Marilia - Professor de Inglês - São Paulo
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Marilia

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Marilia - Professor de Inglês - São Paulo
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  • Inglês
  • Expressão Oral – Inglês
  • Compreensão Escrita – Inglês
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Fui Fulbright scholar em Yale; Formada pela USP; Especialista em Inglês acadêmico (preparatório TOEFL, Duolinguo, AP English,); também dou aulas de conversação para todos os níveis

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Super professora

Marilia é uma das nossas melhores professoras de Inglês. Possui um perfil de qualidade, um diploma verificado, um rápido tempo de resposta e ótimas avaliações por parte dos seus alunos!

Sobre Marilia

Sou uma pessoa curiosa e por isso amo ser professora: aprendo sobre tudo com os meus alunos. Tenho um apreço pelas artes, mas meus interesses são vastos e adoro ouvir sobre as paixões que movem meus alunos nas aulas. Já aprendi sobre astrofísica, geografia, oceanografia, história e química tudo no espaço da sala de aula. Então vou adorar aprender sobre seus interesses e te ajudar a falar sobre eles em Inglês :)

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Sobre a aula

  • Ensino Básico
  • Ensino Secundário
  • Formação para adultos
  • +15
  • níveis :

    Ensino Básico

    Ensino Secundário

    Formação para adultos

    Mestrado

    Doutoramento

    A1

    A2

    B1

    B2

    C1

    C2

    Outra formação profissional

    Iniciante

    Intermédio

    Avançado

    Profissional

    Outros

    Crianças

  • Inglês
  • Português

Todos os idiomas falados na aula :

Inglês

Português

Vamos criar seu plano de aula juntos e adaptar ao seu ritmo. Busco trabalhar com materiais autênticos e tornar a aula menos mecânica (só repetição) e mais dinâmica (mais troca de ideias, opiniões, cultura etc). Tudo depende da sua necessidade, tempo, objetivo e interesses. Gosto de criar meu próprio material didático adaptado ao gosto dos alunos/alunas/alunes.

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Esta primeira aula de oferta com o(a) Marilia serve para conhecer melhor o professor(a) e especificar as suas necessidades para as próximas aulas.

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Mais detalhes sobre Marilia

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  • 1) Você fala fluentemente esta língua por causa de suas origens ou porque um professor te motivou a aprendê-la?

    Minha história com o Inglês começa na adolescência. Como toda pessoa que não tinha dinheiro pra pagar por um curso de idiomas, meu caminho foi aprender só. Fui autodidata, autônoma, e nesses momentos de analisar letras de música e cantá-las incansavelmente tive uma base gramatical e linguística que foram fundamentais na minha trajetória. Mais tarde, quando ingressei na faculdade de letras, fui motivada por meus excelentes professores, e aprendi direto em um nível avançado de discussão, leitura e análises acadêmicas.

    Apesar de ter sido extremamente trabalhoso, me orgulho muito dessa trajetória. Esse caminho mostra que esse idioma pode ser aprendido por qualquer pessoa, em qualquer idade, independente de você ter tido acesso à cursos anteriormente ou não. Só o que você precisa é vontade de aprender, autonomia e dedicação, e um bom professor para te acompanhar.
  • 2) Cite uma pessoa (da atualidade, histórica ou fictícia) que, na sua opinião, representa bem a cultura da língua que você ensina.

    Tenho uma admiração especial por bell hooks. Acredito que essa pensadora transcende muitas limitações de conhecimento no que diz respeito ao ensino e à língua. Em seus livros, ela faz questão de usar uma linguagem simples para que o conhecimento que produz seja o mais acessível possível. Além disso, ela trata com sensibilidade de tudo o que estuda - dos estudos sobre feminismo até sobre o amor - e sempre nos lembra de pensar de forma interseccional, já que a diversidade de pontos de vista é extremamente rica. Pra mim, ela representa uma parte da cultura que é muito viva porque faz questão de ser crítica, criativa e sensível, o que nos lembra que nossa maior força está na conexão que podemos construir entre as pessoas - não de forma romântica, como se não vivêssemos em um mundo desigual, mas de forma sensível e informada. E pra construir essas pontes, a autora sempre nos lembra como a língua inglesa é uma ferramenta importante.
  • 3) Existe alguma palavra, expressão ou tradição típica que você goste particularmente?

    O que mais me encanta no Inglês é como a língua é transformada e ressignificada em cada um dos lugares onde é falada. Cada cultura dá sua cor e seu toque à forma de pronunciar as palavras, e isso fica evidente no sotaque. Do reggae Jamaicano, passando pelos livros e palestras de Chimamanda Ngozi Adichie, da Nigéria, até os excelentes vídeos de tutorial feitos por Indianos, percebemos como se subverte a imposição da língua através da potência criativa dos falantes.
  • 4) Por qual motivo aprender esta língua é importante (seja no âmbito escolar, profissional ou pessoal)?

    Seja para fins de trabalho, de estudos ou pessoal, a maior importância de aprender o Inglês está no poder que essa língua tem de conectar. Quando você aprende esse idioma você pode se conectar com pessoas de diversas nacionalidades. A troca cultural que esse idioma propicia e como podemos usar isso para aprender sobre o mundo e sobre a diversidade das culturas é única. Essa troca por vezes vai estar presente em uma interação de trabalho, ou no conhecer e poder ler outros pesquisadores, ou mesmo em poder entender filmes, músicas e a internet. De toda forma, em todas essas ocasiões você vai encontrar a oportunidade de expandir as fronteiras do seu mundo.
  • 5) Qual a maior dificuldade no aprendizado desta língua e o como contornar este obstáculo?

    Da experiência de trabalho de anos lecionando o que identifico como a maior dificuldade é a insegurança. As pessoas são convencidas que existe um jeito ideal de falar e que precisam ser como um falante nativo da língua. Isso impõe a quem está aprendendo algo inatingível, e por isso muitas pessoas desistem: porque não se sentem capazes de atingir esse padrão tão irreal. Para contornar isso, precisamos entender que o maior objetivo de aprender é ser capaz de se comunicar e que o nosso sotaque não é uma vergonha, mas sim uma marca importante da nossa identidade que não precisamos eliminar para sermos bons falantes do Inglês.
  • 6) Você poderia compartilhar alguma história e/ou curiosidade engraçada relacionada à sua profissão ou as aulas particulares?

    Algo que acho curioso sobre minha trajetória é o fato de que passei uma vida toda dando aulas de Inglês aqui no Brasil, mas quando fui para os Estados Unidos foi para dar aulas de Português. Assim, pude conhecer os dois lados da moeda, tanto as dificuldades de falantes nativos do Português ao aprender Inglês, quanto das dos falantes nativos do Inglês aprendendo Português. O mais fascinante: muitas vezes as dúvidas dos últimos eram as dos primeiros, só que ao contrário.
  • 7) Nos ajude a te conhecer melhor, nos conte um pouco sobre suas viagens, amizades nativas no idioma que você você leciona entre outros!

    Quando estive nos Estados Unidos tive a oportunidade de viajar pelo país e ver como a paisagem cultural vai mudando de região pra região. Nessa experiência o que mais me marcou foi poder conhecer pessoas do mundo todo, aprender sobre suas formas de ver o mundo e compartilhar um tanto da minha cultura também. Os amigos que fiz lá eu considero que são pra vida, mesmo que talvez não nos encontremos mais fisicamente. Lá eu conheci pessoas dos Estados Unidos (filhos de imigrantes ou não), da França, da Tanzânia, da Nigéria, da Índia, de Moçambique, da Espanha, da Colômbia, da Tailândia, da Rússia, da Argentina, de Portugal, do Canadá…e costurando todas essas culturas únicas estava o mesmo idioma. Sinto falta dessa época por isso, mas morando em São Paulo muitas vezes eu ainda tenho a oportunidade de conhecer pessoas de todos esses lugares conversando em Inglês.
  • 8) O que faz de você um Superprof (além do poder de se comunicar em várias línguas 😜) ?

    Eu acredito muito que para dar aulas é importante a experiência e a formação. A minha formação me deu uma base teórica sólida para pensar na língua e nas muitas conexões que ela faz (com cultura, com identidade, com as artes, com poder...). Já o fato de eu ter participado de dois programas de desenvolvimento profissional (na USP e em Yale) me deu a prática necessária para criar, fazer e refazer, todo tipo de aula. A combinação dessas duas coisas embasa todas as minhas práticas hoje em dia, e quando estou em aula isso vem à tona. Além disso, eu gosto em especial das aulas particulares porque posso criar uma conexão com os alunos, entender o ritmo deles, acolher as emoções que emergem quando se está aprendendo, aprender sobre suas vidas, e ter um momento divertido e de muito aprendizado.
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